Envolve-te no Desenvolvimento

Right Way


Ter certeza de algo muitas das vezes é difícil de decidir, difícil de esclarecer na nossa cabeça. 
 Pensamos e pensamos, mas os pensamentos vão fugindo para aqui e para acolá, tentamos estabilizar ideias, degustar novas sensações.





MAS! Tudo o que tem de acontecer acontece, tudo o que tem de acabar acaba, e tudo o que tem de continuar continua. 
Muitas das vezes sentimos um frio´zinho cá dentro, um aperto agudo, estabilizamos a cabeça e pedimos que vá embora. 
O calor, que nos precisamos, o calor que nos vai alimentar e derrotar aquele frio agonizante, vem e aparece de tão perto. 
Ignorantes somos e tentamos ser, mesmo quando a verdade se encontra a frente dos nossos olhos. 
A verdade e a felicidade são coisas que teimamos que temos de fugir delas, ignorâncias.
Mas quando levamos uma chapada e abrimos os olhos, vemos então que precisamos de ser sustentados por algo, que precisamos disto e daquilo para sermos felizes.
Ter a certeza de algo muitas das vezes é difícil e faz nos sofrer, faz nos bater muitas vezes com a cabeça na parede.
Mas quando aprendemos aprendemos, e só temos de cuidar dessas certezas, ou dessa certeza. 
Custa a chegar lá, mas é uma óptima sensação.
Tenho certeza.

I Love Ginja de Óbidos


A LicÓbidos é uma empresa que herdou todo o testemunho de mais de 50 anos de tradição, deixado pelo seu mentor e criador, Abílio Ferreira de Carvalho..

É uma empresa familiar, que ao longo dos anos se dedicou maioritariamente à produção de ginja, devidamente certificada como unidade produtiva artesanal pelo PPART.

Assumiu um compromisso de manter a qualidade e a tradição que a tem marcado.
Esta preocupação estendeu-se também na parte agrícola, que tem sido nossa parceira..

Proprietários de cerca de 25 hectares de terrenos agrícolas destinados ao plantio de ginjais, garantimos a nossa auto-suficiência e mantemos os nossos padrões de qualidade.

A LicÓbidos, sendo segura e de fortes ligações antepassadas, veio para fortalecer sabores, reviver recordações, levando a cada um de vocês o verdadeiro sabor a tradição.

A Ginjinha de Óbidos "Mariquinhas" imortalizada pelo fado, veio para criar laços e amizades, fornecer felicidade, alegria, sorrisos e saudades...

Muitas das vezes não damos valor ao nosso património, ao que os nossos antepassados nos deixaram, sempre nos fomos desvalorizando aos pés dos outros. Consumam produtos portugueses, valorizem-nos e assim talvez consigamos erguer o gigante que um dia fomos.  


"Já fomos donos de metade do mundo"


Ginja de Óbidos - Licóbidos  O VERDADEIRO SABOR A TRADIÇÃO


















RIR!

Quando tiverem tristes respirem bem fundo, abstenham-se de tudo e todos fechem os olhos e riam-se sozinhos. Pensem numa felicidade alucinante, mesmo não existindo, pshiuu não digam a ninguém.










RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR RIR










É O MELHOR REMÉDIO!

RISOTO



A sociedade é uma risota.

Quando o gostar é natural, o desejo é superior, a vontade do momento ilustra-se com o sentimento anterior.
Tudo se pega e tudo se despega, uns fogem, outros estabilizam.
Perseguindo-se e copiando os jogos uns dos outros, fugindo das suas ideias e criando ideias com base em fenómenos já passados, desunindo e unindo.
Uma ideia nunca nasce naturalmente, nasce do evoluir de ideias qua vão aparecendo por ai caídas.
Uns pegam nelas e criam um "Z" outros criam o "X".
Mas um fenomeno genial é mesmo quem cria o "ZX", é pena ter sido baseado de cabeça de outras pessoas.


E no fim olham todos uns para os outros mas ninguém percebeu nada...

O Impor do Sol



Sai dos lençóis como uma nuvem a fugir entre relâmpagos e ventos cruzados.
Foge, e esse vento bate na face dele, sentindo-se agoniado, e fechando os olhos num palpitar, amortiza com a sua cabeça nas almofadas ainda meio humidas.
Ela abre a janela da varanda, e o frio que na rua esperava, entra, sem pedir autorização.
Esse mesmo frio, como uma agulha entra pelas costas dele, sufoca-lhe então a alma, que até ali tinha estado apagada.
Ela olha para trás lentamente, mas, como um disparo vira-se novamente para a frente.
Ele sai dos lençois meio zonzo, pega num lencol que pairava no chão, e aconchega as costas nuas daquela pobre coitada.
Ao de leve, muito ao de leve, com os seus lábios, vai tocando no pescoço dela, deixando-a ainda mais arrepiada. (descendo e subindo..)
Agarrando-a, com um agarrar de sempre, fixam o olhar no nascer do sol que se fazia parecer no final daquela noite.

Parece não ter fim..

happy?



É bom saber que temos a felicidade na ponta do nariz, só é a pena a lingua mexer-se de mais e desmanchar o que os ouvidos demoraram tanto a construir. 
Mas agora os pulmões continuam a trabalhar, deixando-me a respirar repetidamente, e o meu cérebro não parando de saltitar de um lado para o outro na minha cabeça, avisa-me então que a minha felicidade estava então à frente dos meus olhos. 
O coração gritava e gritava, mas os meus lábios e mãos não me deixavam ser feliz.

Acontece

O concretizar é sempre algo que nos foge, mas que ao mesmo tempo e ignorantemente nos persegue.
Tentamos concretizar, mas ao acreditar apenas nos vamos desiludir com isto ou com aquilo. Fugimos, é verdade, mas como sabem ele vai vos perseguir, deixar e tentar que acreditem.
Deixem-se estar então, o que tiver de ser concretizado concretizar-se-á, quer nós queiramos, quer não.  
Tudo acontece ao natural, tudo acontece porque tem de acontecer, tudo tem uma razão de existir, tudo tem uma razão de ser, é algo inexplicável.
E mesmo quando temos a certeza que algo vai acontecer, por muito que queiramos mudar as coisas não conseguimos.


As coisas nunca acontecem como nós imaginamos. 





Edu meu irmão.

lights



As luzes voltaram a acender-se e o teu olhar com elas regressou, agora apenas vou dizer-te até amanhã.
Esperar por ti é uma virtude, e esperarei até que a paciência seja comprada pela minha ingenuidade.
Volto a sorrir pois sei que isto não vai acabar, e sorrirei mais, mais, mais, mais e mais.


Até que as luzes se apaguem

zau


Deixem-se de merdas, não compliquem o que complicado está, vai fluindo, mas agora saiam da frente pááá!

Happy day


Hoje apeteceu-me fazer tudo, sinto-me concretizado, tudo no sitio.
Que valor que temos de dar a estes dias que nos sentimos bem com tudo e todos, estamos mais felizes que nunca e nada mais nos pode faltar.
Sentimos que vem cada vez mais coisas boas, concretizamos todas, e saímos de cabeça erguida.
Tudo corre bem e tudo vai correr bem.
Agora levantem a cabeça sejam felizes e pensem que amanhã ainda vai ser melhor.
Respirem esta aragem de boa disposição, esqueçam tudo e adormeçam com um sorriso!
 

É tão bom haver dias como este!


Quando me arrepender do que fiz vou esquecer o que poderia ter feito.

FAMA


A fama sobe pelos dedos inferiores, e como uma radiografia infiltra-nos a mente e absorve-nos a modéstia.

Um simplesmente complexo



Confesso agora, no meio deste calor e humidade pouco clarificada, abrangente.
Clarifico o que desclarificado está, mas muito mais desclarificado fica, com a abrangência do meio, saio porta fora e penso na minha vida.
Saio porta fora e o calor bate-me na cara como que um estalo, que,  como todos sabemos, muito pouco clarificado, e é então que eu desclarifico.
Solto um gesto em volta, toco nele!
É então que vou voar, vou sentir e vou impressionar, aqueles que me têm para variar desclarificado, gozado.
Surpreendendo tudo e todos.. Bocas se abrem, e bocas abertas surgem..
Saio de cabeça erguida pois sei que o clarificado que me desclarificava cada vez mais me clarifica, e que desclarificados temos de ser todos nós, porque então se não for assim, clarificados morreremos, sem nunca desclarificar nada!

Nem ás paredes confesso



Agora falo para as paredes,
Antigamente quando tinha o meu microfone à noite, ambos falávamos, e contávamos o que tinha acontecido neste e naquele dia, o que se passou, e o que se devia ter passado.
Saudades dele tenho, e espero que ele tenha minhas, fogo, o meu microfone era o melhor, ouvia-me como ninguém, escutava e compreendia como ninguém compreendia, só ele me entendia.
Agora, aqui sozinho, de microfone desligado, falo para ti, sim para ti, uniforme, simples, e depressiva parede branca.
Que saudades tenho tuas...microfone


absf

Conta-me como foi

Fotografia por Hevelyn Wermond



Olá noite, adeus dia, que insistência.
Amanhã virá mais, e depois mais virá, só espero que o depois que tem vagueado a minha cabeça, seja melhor que amanhã e fantasticamente melhor que o depois de amanhã. 


Mas...

  hoje como será?

Bolso cheio bolso vazio


Adormeci no outro dia a pensar no meu futuro e nos curtos anos que se têm vindo alongado.
Políticos e outros gestores importantes caem aos pés uns dos outros, esfaqueando ordenados de forma grosseira e muito pouco ordeira.
Duzentos e tais deputados vivem e gastam para levar o país mais fundo, tão fundo que nem o fim a esta azelhice tem fim próximo.
Agora eu penso, esse tipo de pessoas passam cerca de trinta a quarenta anos a trabalhar para no fim chegar e ganhar reformas absurdas.  Durante o seu período materialista vão se sugando por um bmw novo ou o mercedes importado que ficaria melhor e iria meter mil dezenas de inveja ao vizinho do lado.
Façam o seu trabalho bem ou mal são sempre auxiliados ao final do mês com o dinheiro na conta.
Agora penso..
Vou trabalhar, dar tudo o que tenho para que posso ter a vida que sempre quis, esforçar-me, reforçar virtudes e objectivos. No fim desconto para chulos, e pensei então...
Se eu não tivesse que andar a pagar o ordenado a 1000000..(..) ladrões que andam a fazer grandes vidas não poderia eu ter a vida que sempre quis?
E o que fazem eles assim de tão benéfico por este país que merecem aquelas regalias todas!??
Eles têm se esforçado sim, a deteriorizar este pais, a meter inveja a este ou aquele, e a manter-mo-nos num pais pé de descalço, que é o que temos sido nestes últimos anos.
Agora eu tenho dezoito anos, tenho mais uns pela frente, e penso que esses filhos da * estão a estragar o meu futuro e de todos à minha volta.
Acham Justo?
ABRAM OS OLHOS MEUS AMIGOS E VAMOS CORTAR O PESCOÇO A ESSES QUE NOS TÊM GOZADO.

A Vida é curta


mil e mais uma noites.


Uma noite sussura-me e pede-me que saia porta fora, soprando assim os meus pequenos gestos.
Corro em direcção às mil e uma noites, e como que fugindo do além entropeço entre toques e beijos que me enganam, e que assim vão fazendo começar mais uma destas loucas noites que me têm baralhado.
O calor vai prevalecendo, o frio que ao longe vai espreitando demora a vir, e vai ainda demorar mais a chegar, e, como que com um aperto, essa pequena grande noite está no princípio, e os teus beijos também...
Tu como que um virus vais-me semeando novas sabedorias, amortizando os gestos que em volta me vão surgindo, escondes-me tudo, e mostras-me o todo, e demonstras o verdadeiro lado de um verdadeiro desejo.
Puxas-me para fora daquela pequena caixa infernal, já cá fora sinto a primeira brisa da noite, entropeço entre copos partidos e bebidas entornadas, e rapidamente sinto um puxão para o carro.
Desclarificas-me a mente e destroces-me da realidade.
Sugas-me.. toda a noite..
De manhã como que uma bala um raio de sol atinge-me os olhos, e é então que se começam a manifestar as dores neste acordar, e ainda se manifestam mais quando olho para a tua cabeça na manete das mudanças e pergunto:
"Quem és tu afinal?"

Alívio


Tracei uma linha, apaguei-a seguir.
Aprofundei significados pouco claros na minha cabeça, clarifiquei-os e apaguei-os da cabeça de alguns.
Como água bebo e bebo, mas a sede que nesta garganta tende a matar-me, afoga-me então num maior desespero aflito.
Muitos problemas vão interferir e aumentar a dinamização do caminho, mas os buracos fazem-nos cair, desorientar, e até perder o estado mental que nos sustenta.
A sede continua, e sabemos que linhas rompem-nos e traçam-nos.
Acordamos então, tentamos viver com esta sede, tentamos até adaptar-nos a ela.
Então, no meio deste vencimento desclarificado...
Damos um gole no alívio, e descobrimos que é esse mesmo alívio a causa da nossa morte.